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Autógrafos

 É um dos rituais lá de casa - ir à Feira do Livro e deixar cada um comprar o livro que lhe der na real gana.

As manas fizeram uma pausa na saga do Harry Potter e regressaram à colecção Uma Aventura, enquanto o Zé quis comprar a história do filme Carros 2.

Mas o momento da tarde foi quando apanhei o bom do Zé, muito orgulhoso na fila para pedir o autógrafo da Isabel Alçada, mas com o seu livro do Faísca McQueen debaixo do braço.

Tivemos que lhe explicar que aquela senhora não era a autora do livro que ele tinha comprado, mas ele não ficou lá muito convencido.

Se as manas tinham direito a um autógrafo, ele achava que merecia pelo menos o mesmo tratamento :-)

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publicado às 18:45

Romancista

31.05.16

A Rita já sabe o que quer quando for grande.

Romancista

 

 

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publicado às 16:31

Cheiro de Jesus.jpg

Eu sempre achei que Deus era por definição algo incorpóreo pelo que nunca entendi muito bem o Dia do Corpo de Deus.

Mas como gosto de feriados, desfruto dele com a fé de quem gosta de passear pela Feira do Livro com a família (foi o que fiz ontem).

Mas depois de ler a notícia de que a Bispa Sonia Hernandes criou uma linha de perfumes que exalam o bom cheiro de Cristo, acho que podemos ir mais longe:

Que se institua também o Dia do Cheiro de Deus.

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publicado às 18:30

Contrato de Associação para tifosis

 

 

Para que conste da acta até fui poupadinho; escolhi um Ferrari Califórnia que é dos mais baratuchos.

Confesso que o meu sonho (molhado) é uma barchetta dos anos '50, daquelas que custam de 3 ou 4 milhões de euros para cima, mas não quero pesar muito ao erário público.

Se preferirem posso escolher um Ferrari amarelo; até fico mais enquadrado na manif...

 

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publicado às 18:30

Livro do dia TSF

Quando lançámos o livro tivemos muitas surpresas boas.

A primeira de todas, e uma das melhores, foi termos sido eleitos "livro do dia" pelo Carlos Vaz Marques na TSF.

Um dia cheguei ao escritório e tinha um e-mail da minha editora, muito feliz e entusiasmada, a dizer somos livro do dia.

Eu segui o link e, confesso, emocionei-me com a coisa.

Ouvir o Carlos Vaz Marques a dar voz a uma tirinha minha foi das coisas mesmo fixes que me aconteceram.

Se nunca ouviram, sigam agora o link.

Pode ser que também se derretam e fiquem com vontade de conhecer o livro.

 

 

 

 

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publicado às 18:30

13178959_1726526987619919_1556634531528985234_n.jp

 Na verdade ele chama-se Luís Nunes mas artisticamente responde por Benjamim e também já foi Walter Benjamim.

A nossa história é gira...

Eu conheci-o (musicalmente) por ser o produtor do disco da Márcia, na altura ele usava o nome de artístico de Walter Benjamim, e soube que também tinha lançado o seu próprio disco.

Comprei-o por curiosidade, chama-se The imaginary life of rosemary and me e eu adorei tudo: as canções, a artwork, as letras, tudo - é um daqueles discos que valem a pena ter e mexer.

Ele vivia em Londres e comecei a seguir discretamente a sua página de artista à distância, via facebook.

Um dia ele veio a Lisboa tocar, eu fui ouvir e no final vi-o no meio da assistência.

Eu sou um tipo tímido que detesta incomodar as pessoas; mas como estava muita gente a falar com ele e a dar-lhe os parabéns, achei que não o iria maçar assim tanto e aproximei-me.

Não o conhecendo pessoalmente ia só apresentar-me e dizer que gosto dele e do disco dele.

Mas quando lá cheguei, e antes que podesse dizer o que quer que fosse, ele estendeu-me a mão e disse-me - Olá Fernando, estás bom?

Passei-me, ele reconheceu-me pela foto do facebook, caramba.

Ele é esse tipo de pessoa, fixe e atenciosa.

Ficámos amigos e têmo-nos encontrado várias vezes em concertos por aí...

É sempre bom encontrá-lo, beber uma jola e ficar um bocado à conversa.

E isto vem a propósito de quê?

Bom... no verão passado o Benjamim fez uma maratona por este Portugal afora em que percorreu mais de 5.000 km para dar 33 concertos em 33 dias seguidos.

Dessa viagem épica nasceu um documentário que é estreado hoje.

 E eu vou estar lá porque lhe quero dar um abraço, mas também porque quero mesmo ver o documentário.

Basta ver o trailer para perceber que vale mesmo a pena.

Cliquem no play e, se puderem, apareçam mais logo no Cinema Ideal.

 

 

 

 

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publicado às 18:00

Tom-Waits

 Sobre a minha relação com o Tom Waits posso dizer-vos o seguinte: dos 24 álbuns que editou ao longo da carreira eu tenho 20. Não há muito mais que vos possa contar para ilustrar a minha devoção pelo animal.

Mas há tipos mais devotos do que eu.

Soube no outro dia que um fã se armou em cartógrafo, pegou em todas as letras de todas as canções de todos os discos, procurou referencias geográficas nos seus versos e elaborou um mapa mundi, versão Tom Waits.

Tom Waits Map

Basta clicar em cada ponto para se ficar a saber qual o local, o verso, a canção e o disco correspondente, e naturalmente não falta lá o “In a Portuguese saloon / A fly is circling around the room”.

Para além de ser um mapa interativo que reforça a vontade de revisitar a obra do Tom Waits, é uma demonstração deliciosa de dedicação de um melómano pelo “seu” artista.

Obrigado ao Sr. Jonas Nordstrom por espalhar amor.

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publicado às 19:30

Corrida TSF-1.jpg

  Obrigado pela foto, Sandra.

Neste sábado dei barraca, e da boa...

Estava todo animado para fazer a 3ª Corrida TSF Runners; tinha-a feito no ano passado e adorei.

O percurso é plano, numa zona de que gosto perto de minha casa e com guias para cada tempo que se pretenda fazer. Para tentar bater um record pessoal é excelente porque é “só” colarmo-nos ao bandeirinha do tempo que gostávamos de fazer e tentar aguentar a passada.

No ano passado fiz 49:01; na altura foi o meu melhor tempo e a primeira vez que corri 10km abaixo dos 50 minutos – fiquei mesmo contente.

Este ano ia tentar fazer 45 min. o que, sendo muito ambicioso, não me parecia completamente impossível.

Como tive que ir deixar os miúdos a casa dos avós, ia chegar quase em cima da partida mas já se sabe que quem tem 4 miúdos anda sempre a correr atrasado.

A corrida era às 17:30 e cheguei à zona de partida às 17:20 o que ainda me dava 10 minutos para uns alongamentos e um aquecimento muito breve.

FALSO!

Quando lá cheguei às 17:20 perguntaram-me se era dos 5 km e se já tinha acabado. Eu disse que não, que era dos 10 km e que ainda não tinha partido. E explicaram-me que a corrida tinha começado às 17:00 - eu tinha chegado 20 minutos atrasado à partida.

- Caramba, a sério?

A miúda da organização, amorosa, disse-me que sim, que que a corrida tinha começado há 20 minutos mas que se eu quisesse ainda podia fazer a prova.

- Ai é? Então vou!

Desviaram uma grade, eu liguei o cronómetro e arranquei feito tonto, sem aquecimento nem nada, como se fosse tentar apanhar alguém.

 A sensação foi estranhíssima porque corri quase sempre completamente sozinho. Parecia um daqueles filmes apocalípticos em que a cidade é destruída e só fica um sobrevivente: eu.

Sem ninguém que me ajudasse a controlar o ritmo, e com a sensação parva de que estava “atrasado”, fiz o 1º km demasiado rápido e cansei-me mais do que devia.

Depois abrandei um pouco e motivei-me porque por volta do 2º km comecei a ver pessoas ao fundo. Ultrapassei algumas, muito contente, e depois percebi que eram os mais atrasados dos 5 km e que deram a volta para trás uns metros depois.

Lá fiquei outra vez sozinho...

Entretanto começam a aparecer em sentido contrário os atletas dos 10 km que já tinham dado a volta; ao menos tinha companhia mas fazia-me sentir ainda mais estranho. Depois eles passaram voltei a ficar completamente sozinho, com a 24 de Julho toda por minha conta – uma desolação.

Como se não bastasse, as placas dos kms 4 e 5 tinham caído com o vento e fiquei sem referencias nenhumas para os tempos que estava a fazer.

Quando passava nos abastecimentos estava uma bateria de voluntários para um único atleta e fiquei com a ideia de que eles estavam a fazer apostas para ver a quem é que o “atrasado” levava a garrafa.

Levo sempre às miúdas, claro. E agradeço sempre.

Só ao km 6 é que percebi que estava em linha para fazer 50 minutos (se não baixasse o ritmo) e foi o que fiz. Já estava demasiado cansado e desorientado para outras ambições.

Foi a corrida mais estranha (para não dizer a mais tonta) da minha curta carreira.

Mas mesmo atrasado, fiz o que pude para não envergonhar a minha camisola amarela de Vicente.

Acabei no minuto 49 mas comecei tão atrasado que no site da TSF nem aparece o meu tempo.

O povo diz e com razão: o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita.

Mas sabem que mais?

Adoro a corrida da TSF e adoro correr com a minha amarelinha.

Quando se corre com a camisola dos Vicentes nunca se está completamente sozinho...

E para o ano há mais...

 

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publicado às 23:30

Como tenho a sorte de morar numa rua onde não passam carros, não ouvi uma única buzinadela.

E como só ouço a Radar, consigo (de facto) passar ao lado da intoxicação.

Mas vá... parabéns...

(Hoje só vou ligar a televisão para ver a minha Khaleesi)

Parabéns e log-out

 

 

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publicado às 15:00

Como uma imagem vale mais do que mil palavras, aqui fica um boneco.

Salvem o vosso casamento (se for caso disso) e bom fim de semana :-)

Papel-higiénico.jpg

 

 

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publicado às 19:22

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